[unable to retrieve full-text content] O Corpo de Bombeiros do Maranhão (CBMA) decidiu adiar a autorização para o fornecimento de gás encanado no condomínio Jardins de Provance, no bairro Alto do Calhau em São Luís. A decisão foi divulgada após uma vistoria realizada nessa sexta-feira (24) no local, que identificou falhas nas instalações. Por meio de nota, a corporação afirmou que adiou a liberação do laudo após serem identificadas falhas na execução das instalações em algumas unidades. Segundo o Corpo de Bombeiros o certificado só será emitido após a construtora responsável, atender a todos os requisitos estabelecidos em normas, conforme o projeto. “O que nós queremos é o gás. O projeto já foi alterado porque não está de acordo com aquilo que nós compramos, que nós aceitamos né. Porque a gente quer gás, mas quer gás com segurança”, diz Sílvia Soares, Presidente do Conselho Fiscal. De acordo com um termo de ajustamento de conduta firmado no dia 9 de novembro, a construtora teria até o dia 22 de dezembro para concluir os serviços de instalação de gás. Os moradores aguardam uma solução por parte da construtora para que seja resolvida a situação. “O que a construtora apresentou no papel para os Bombeiros e para o Ministério Público não estava aqui instalado de fato. No papel ela apresentou uma coisa, aqui na instalação está totalmente insegura. Então a construtora está expondo os consumidores, 384 famílias a um prédio que apresenta risco de explosão, risco à integridade física”, explica o advogado do condomínio José Luiz Saramanho. Os moradores do prédio alegam que o serviço que está sendo executado no condomínio não é igual ao que consta no projeto. Eles afirmam que no mesmo ambiente em que as obras de gás estão sendo realizadas estão as redes hidráulica e elétrica, cabeamento de TV e tomadas, localizado em uma caixa da qual a porta é de madeira, um material inflamável. “Nós fizemos uma inspeção em todas as torres e identificamos que em várias instalações no mesmo espaço que foi instalado a tubulação de gás a presença de rede elétrica e isso desconforma a norma”, diz a engenheira Priscila Lana. O servidor público Herberte Melo contratou uma empresa de engenharia para analisar a situação dentro do seu apartamento. Após uma vistoria foi constatado que há riscos no local. “O laudo diz que há descumprimento de normas técnicas sobre a instalação de gás GLP. Inclusive essa conexão passaria por dentro de um banheiro na minha casa, um recinto que fica fechado né por isso eu não aceitei colocar né, porque é um risco muito grande explosão. Caso o gás fique confinado lá e haja um pequeno vazamento”, finalizou. O G1 entrou em contato com a construtora Cyrela, mas a empresa ainda não se posicionou sobre o caso.

Fonte da materia :G1 Brasil
Corpo de Bombeiros adia liberação de fornecimento de gás em condomínio de São Luís 

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